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Sermão da Montanha
Um dos mais belos textos da História da Literatura. O discurso que inspirou os mais portentosos discursos da História, caso de Martin Luther King, e guiou Mahatma Gandhi.
O Sermão da Montanha, discurso de Jesus Cristo, relatado no Evangelho de Mateus, é um cântico de utopia. Porventura irrealizável. Talvez seja mesmo essa radical impossibilidade que converte o Sermão no manifesto sublime que é. Lê-se como um texto – dos mais escandalosamente doces – da História da Literatura. Emana dele uma abundante e irrecusável repercussão filosófica, comparável à que, desse improvável Homero, a Ilíada nos oferece, comparável também à que, do mais certo Hesíodo, os versos da Teogonia, de Caos a Eros, nos revelam da mítica origem do mundo. Começa aqui, neste atónito encontro de um homem que fala e de uma multidão que escuta, qualquer coisa de novo, uma reinvenção do mundo.
«Ouvistes que foi dito: “Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo.” Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos.»