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A ocupação do areal de Monte Gordo está referenciada desde há cerca de 600 anos. É al que se inicia este retrato, que nos leva à descoberta do território e das suas gentes, acompanhando a transformação da povoação piscatória em estância balnear, com o turismo a empurrar os pescadores da zona central para uma periferia de casas de adobe e cabanas de colmo e paus de piteira, sem água, esgotos ou arruamentos, num processo de marginalização territorial, económica e social. Pelo caminho, há também relatos das fúrias do Marquês de Pombal, dos destinos das conserveiras, da moda dos banhos de mar e do alojamento dos turistas, de visitas de Dom Sebastião e Ingrid Bergman. Uma viagem até Monte Gordo, quando no aglomerado ainda existiam mais marítimos do que esplanadas e guarda-sóis.