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Esclarecimentos sobre notícia publicada no DE de 30 de Maio de 2011
O artigo publicado na edição de 30 de Maio de 2011, sob o título “Distribuidora VASP perde 23,1% do volume de negócio” e assinado por Rebeca Venâncio, contém falsidades e incorrecções, pelo que se procede à respectiva resposta e rectificação, repondo a verdade dos factos, nos termos seguintes:

A VASP é actualmente a maior distribuidora de publicações a nível nacional, sendo detida em partes iguais pelos grupos Controlinveste, Cofina e Impresa.

A VASP não publica resultados trimestrais, pelo que os últimos resultados publicados pela empresa dizem respeito ao ano de 2010. O volume de negócios registado em 2010 foi de 204,6 milhões de euros, o que correspondeu uma evolução negativa de –5% no volume de vendas face a 2009. Tal evolução reflecte, sobretudo, o fecho de alguns títulos importantes de jornais e revistas ao longo do ano como sejam o 24 Horas, FHM, etc. Importa salientar que os resultados operacionais da VASP (EBITDA) atingiram em 2010 um valor positivo de 1,433 milhões de euros, o que corresponde a uma melhoria de 10% face a 2009.

Os resultados da VASP relativos ao primeiro trimestre de 2011 seguem na linha dos registados nos últimos meses do ano de 2010 e nada têm a ver com os mencionados na notícia.

O grupo Impresa (ou qualquer outro dos grupos accionistas) não consolida contas com a VASP devido à participação accionista minoritária que detém. Os resultados referidos na notícia, e que vêm publicados no relatório dos resultados trimestrais do grupo Impresa, dizem apenas respeito às compras do grupo VASP à Impresa e não ao volume de negócios da VASP, facto que deveria ser do conhecimento do jornalista que publicou a notícia.

Ao contrário do noticiado, o objectivo de negócio da VASP desde 2007, não é o de aumentar a quota de distribuição de jornais estrangeiros em Portugal, mas sim de prosseguir com projectos de melhoria operacional e de apostar em projectos inovadores que tirem partido da forte presença da VASP na actual rede de Pontos de Venda e/ou que permitam um aproveitamento das suas actuais capacidades operacionais e tecnológicas. Uma leitura atenta ao relatório e contas da VASP facilmente teria permitido chegar a esta conclusão.

Não deixa de ser muito estranho o facto da notícia ter sido publicada sem que tenha sido solicitado previamente qualquer esclarecimento à estrutura de gestão da VASP ou de qualquer um dos seus accionistas.

Todos os Trabalhadores e Colaboradores da VASP, que sempre se empenharam na consolidação desta empresa numa posição de liderança e consistência financeira no mercado da distribuição de publicações, foram igualmente, visados pelo artigo publicado, tendo sido posto em causa o seu bom nome e reputação, pelo que o Conselho de Administração da VASP repudia as referências falsas que são feitas.

Agualva-Cacém, 2 de Junho de 2011

O Conselho de Administração da VASP
     
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